“Sim, ninguém sabe a  explosão de alegria que nos abala quando encontramos a tradução luminosa para uma frase que amamos.  (…) Nem imaginam como é angelical a alegria do tradutor ao fazer-se entendido pelo Autor, é como se este o amasse (…)
Traduzir (como interpretar) é escrever “transfomando-se o tradutor na coisa amada”, quase às cegas meter-se na música que toca, dançar-lhe a valsa, ao autor.
É ver como ele escreveria nesta nossa língua, é experimentar, é ensaiar.”

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